Algo no fundo da minha alma Tira minha calma Elas me perseguem Me enfraquecem Dor que perturba Dor que machuca No sono profundo Me perco em meu mundo Dor Que não some Dor que consome Ela me engana Mas acompanha Dor que me impede Dor que padece Me deixe respirar Me falta o ar Me ajuda Me escuta Me acuda Me segura Larissa Marum
Prisioneiro enclausurado Da própria tristeza Depois de libertado As cartas são postas na mesa Inicia-se o jogo de novo Cuidado para não se queimar no fogo Centelha desperta O que havia morto Mas há relutância em Sair do conforto Depois do inverno Renova-se a esperança Os participantes lutam Para entrar na dança É aposta certeira Usar a carta final Mas há o cansaço Que me faz desigual Larissa Marum
Há dias que tudo se arrasta Parece alma pesada A solidão é um abismo Uma escuridão do infinito As vontades se enfraquecem Os sonhos padecem Rombo que fere Mais um dia se entristece É sair do limbo Procurar um paraíso Um ninho que acolha Que seja uma boa escolha Larissa Marum
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